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25/10/2023 às 18h33min - Atualizada em 25/10/2023 às 18h33min

Conselho de Segurança rejeita propostas dos EUA e Rússia sobre conflito Israel-Hamas

Impasse sobre a guerra segue em aberto.

G1

O Conselho de Segurança da ONU rejeitou nesta quarta-feira (25) as resoluções da Rússia e dos Estados Unidos para o conflito entre Israel e Hamas.
 

As votações deixaram clara a discrepância de opiniões entre os cinco membros permanentes do grupo (Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China).

Para ser adotada, uma resolução exige a aprovação de pelo menos nove dos 15 membros do Conselho e sem veto de nenhum dos cinco membros permanentes.

Resolução dos EUA


A resolução norte-americana foi vetada pela China e pela Rússia, que criticaram a falta de um pedido por cessar-fogo no texto.

 

Veja abaixo como os países votaram:

 

  • A favor: 10 (Albânia, França, Equador, Gabão, Gana, Japão, Malta, Suíça, Reino Unido, EUA)
  • Contra: 3 (Rússia, China, Emirados Árabes Unidos)
  • Abstenções: 2 (Brasil, Moçambique)
 

Resolução da Rússia

 

A resolução russa não obteve o número mínimo de votos necessários (9) para ser aprovada. O texto teria sido vetado de qualquer forma, pois os EUA, que é um membro permanente do grupo, votaram contra a proposta.

Veja como votaram os países:

 

  • A favor: 4 (China, Gabão, Rússia, Emirados Árabes Unidos)
  • Contra: 2 (Reino Unido, EUA)
  • Abstenções: 9 (Albânia, Brasil, Equador, França, Gana, Japão, Malta, Moçambique, Suíça)

 

 

Segunda tentativa de encontrar uma resolução

 

Na semana passada, os Estados Unidos vetaram uma resolução elaborada pelo Brasil, que havia recebido 12 votos a favor. Washington criticou a falta de menção ao "direito de Israel de se defender".

De acordo com a AFP, a nova resolução russa volta a pedir "o estabelecimento imediato de um cessar-fogo humanitário duradouro e plenamente respeitado" e condena "toda a violência e hostilidades contra civis".

Diferentemente do texto que recebeu votos de apenas cinco países na semana passada, a nova proposta menciona especificamente o Hamas e "condena os abomináveis ataques" do grupo em Israel, em 7 de outubro.


 


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